Custos para consórcios são menores e favorece aquisição de bens e serviços

Data da postagem: 25/07/2019


Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) mostram que o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Quer dizer que as pessoas estão cada vez mais identificando no consórcio uma opção interessante para adquirir bens e serviços. Entre as vantagens estão os custos, inferiores aos dos financiamentos, por exemplo.O consórcio é uma modalidade de compra parcelada e programada, sem incidência de juros, em que pessoas e/ou empresas se reúnem em grupos e contribuem, mensalmente,com quantia e em prazo determinados para que todos alcancem seus objetivos. Os participantes de um grupo contam com condições comerciais mais atrativas para adquirir uma moto, trocar o carro ou ainda comprar um imóvel, por exemplo.'Ter um plano de consórcio estimula o consumo responsável e a disciplina em poupar recursos', explica Orleans Cichaczewski, gerente de Desenvolvimento de Negócios do Sicoob. Segundo ele, comparado às operações normais de crédito, o consórcio se destaca com boa opção para os consumidores que possuem condições de planejar a aquisição de bens e imóveis, sem o acréscimo de juros consideráveis de uma operação de financiamento. Como o bem sai em sorteios ou  quando alguém oferece um lance, a modalidade é recomendada para quem pode esperar.

No financiamento tradicional, a instituição que financia a compra do imóvel ou do veículo quita o bem e o comprador fica responsável por pagara ela as parcelas até a quitação. 'Como compensação, a pessoa paga os juros e as correções monetárias previstas no contrato. Quando não há limite de renda, os juros são mais elevados, o que compromete ainda mais o orçamento familiar', alerta Orleans. No consórcio, a pessoa faz parte de um grupo e pode ser contemplada por meio de sorteios ou pode dar um lance. Quem oferecer o maior valor é contemplado com a carta de crédito. Há também o lance embutido, que é a possibilidade que o consorciado tem de utilizar até 25% de sua própria carta de crédito para fazer a oferta, informa o gerente. De acordo com Orleans, após a contemplação, a carta de crédito poderá ser utilizada para compra de automóveis novos ou usados no país, para a compra de um imóvel (urbano ou rural), para construção ou reforma de um imóvel urbano, ou ainda para quitação de um financiamento imobiliário (junto à Caixa Econômica Federal). Ou ainda para a realização de uma prestação de serviços como viagens, cirurgias plásticas, aquisição de móveis planejados, etc, respeitando sempre as regras do grupo de consórcios escolhido no momento da adesão.

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) mostram que o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Quer dizer que as pessoas estão cada vez mais identificando no consórcio uma opção interessante para adquirir bens e serviços. Entre as vantagens estão os custos, inferiores aos dos financiamentos, por exemplo.O consórcio é uma modalidade de compra parcelada e programada, sem incidência de juros, em que pessoas e/ou empresas se reúnem em grupos e contribuem, mensalmente,com quantia e em prazo determinados para que todos alcancem seus objetivos. Os participantes de um grupo contam com condições comerciais mais atrativas para adquirir uma moto, trocar o carro ou ainda comprar um imóvel, por exemplo.'Ter um plano de consórcio estimula o consumo responsável e a disciplina em poupar recursos', explica Orleans Cichaczewski, gerente de Desenvolvimento de Negócios do Sicoob. Segundo ele, comparado às operações normais de crédito, o consórcio se destaca com boa opção para os consumidores que possuem condições de planejar a aquisição de bens e imóveis, sem o acréscimo de juros consideráveis de uma operação de financiamento. Como o bem sai em sorteios ou  quando alguém oferece um lance, a modalidade é recomendada para quem pode esperar.

No financiamento tradicional, a instituição que financia a compra do imóvel ou do veículo quita o bem e o comprador fica responsável por pagara ela as parcelas até a quitação. 'Como compensação, a pessoa paga os juros e as correções monetárias previstas no contrato. Quando não há limite de renda, os juros são mais elevados, o que compromete ainda mais o orçamento familiar', alerta Orleans. No consórcio, a pessoa faz parte de um grupo e pode ser contemplada por meio de sorteios ou pode dar um lance. Quem oferecer o maior valor é contemplado com a carta de crédito. Há também o lance embutido, que é a possibilidade que o consorciado tem de utilizar até 25% de sua própria carta de crédito para fazer a oferta, informa o gerente. De acordo com Orleans, após a contemplação, a carta de crédito poderá ser utilizada para compra de automóveis novos ou usados no país, para a compra de um imóvel (urbano ou rural), para construção ou reforma de um imóvel urbano, ou ainda para quitação de um financiamento imobiliário (junto à Caixa Econômica Federal). Ou ainda para a realização de uma prestação de serviços como viagens, cirurgias plásticas, aquisição de móveis planejados, etc, respeitando sempre as regras do grupo de consórcios escolhido no momento da adesão.


Fonte: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/especial-publicitario/sicoob/noticia/2019/07/01/custos-para-consorcios-sao-menores-e-favorece-aquisicao-de-bens-e-servicos.ghtml