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Cinco milhões de imóveis: esta é a quantidade atual de residências brasileiras que já possuem sistemas de geração de energia solar instalados em seus telhados ou em outros espaços.
Trata-se de uma tendência em franca expansão e que explica boa parte dos mais de 55 gigawatts (GW) de potência operacional já conectada ao sistema elétrico nacional, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
O que ainda inibe uma expansão mais acelerada desta fonte energética é o preço.
Em média, a instalação de um sistema residencial custa entre R$ 12 mil e R$ 40 mil, dependendo do porte do imóvel, da região e do consumo mensal de energia.
Sistemas comerciais podem ultrapassar R$ 120 mil, enquanto projetos industriais dificilmente saem por menos de R$ 200 mil.
Ainda que o investimento se pague no médio prazo — geralmente em 3 a 6 anos, a depender do perfil de consumo — o valor de entrada continua sendo um obstáculo para muitos consumidores.
Nos últimos anos, os juros elevados têm dificultado o acesso dos consumidores aos financiamentos convencionais.
Apesar de serem uma alternativa para diluir o pagamento do sistema fotovoltaico, as linhas de crédito tradicionais acabam tornando o investimento pouco atrativo, já que os encargos financeiros podem quase dobrar o valor final do projeto.
A boa notícia é que os consórcios vêm se consolidando como alternativa acessível para viabilizar a aquisição das chamadas “usinas solares domésticas”.
Com mais de 30 anos de atuação no ramo de consórcios no Brasil, a Unifisa ajuda você a entender melhor como tudo isso funciona neste post.
A adoção de energias renováveis é a bola da vez na chamada transição energética, considerada fundamaental no enfrentamento das mudanças climáticas.
No Brasil, a maior parte da energia que abastece os lares, o comércio e a indústria ainda vem das usinas hidrelétricas, que embora sejam de baixa emissão de carbono, apresentam forte dependência do regime de chuvas e podem causar significativos impactos ambientais em sua construção.
Por outro lado, o país é considerado um dos mais promissores do mundo para a geração fotovoltaica, dado o alto índice de insolação em praticamente todas as regiões.
O consórcio de energia solar segue a mesma lógica de outros tipos de consórcio (como imóveis e veículos), mas com a vantagem de ser voltado especificamente para a contratação de sistemas fotovoltaicos.
Funciona assim:
A grande vantagem é que o consumidor não paga juros, apenas a taxa de administração da administradora do consórcio.
Isso torna o custo total mais acessível quando comparado a financiamentos tradicionais.
Além disso, ao ser contemplado, o participante passa a economizar na conta de luz, o que ajuda a compensar as parcelas ainda em andamento no consórcio.
Com o consórcio de energia solar da Unifisa, você planeja o investimento sem juros abusivos e ainda garante mais sustentabilidade para o seu dia a dia.
Fale agora mesmo com nossos consultores e descubra como é simples fazer parte dessa revolução energética!
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