Quando o consórcio pode ser um bom investimento?

Quando o consórcio pode ser um bom investimento?

Publicado em 25/03/2019
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No primeiro semestre de 2018, o crescimento do consórcio no Brasil bateu recorde dos últimos cinco anos, de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac). Um dos fatores de estímulo a essa alta na procura por cotas de consórcio é justamente a garantia de compra do bem desejado – seja ele um carro, uma moto, uma aeronave, um equipamento agrícola ou até um serviço. Apesar da aceitação, porém, vale destacar que nem sempre o consórcio pode ser visto como investimento. Especialmente quando o que se busca é o recebimento de dividendos.

Por outro lado, o consórcio pode funcionar como uma poupança programada ou como forma de destinar regularmente o dinheiro para um objetivo específico. Para os especialistas, ele pode ser utilizado como método de disciplina financeira.

E há casos em que ele pode sim ser visto como investimento. Por exemplo, se o consórcio está capitalizado e o “investidor” pode dar um lance para ser contemplado de forma mais rápida. Assim ele pode ter a opção de adquirir o bem ou manter o valor da carta de crédito rendendo juros.

Outro caso em que o consórcio pode ganhar status de investimento é quando o contemplado tem por objetivo utilizar o bem adquirido para gerar renda. Isso é comum no consórcio imobiliário, quando o imóvel é comprado com a finalidade de locação para terceiros.

Em resumo, o consórcio não pode ser visto como investimento quando a ideia é contratá-lo exclusivamente com o objetivo de se tornar uma fonte de renda. Ao contrário, ele é sempre um meio de juntar dinheiro ou de planejar a aquisição de um bem no médio prazo sem o pagamento de juros.

Antes de fechar um contrato de compra de consórcio, converse com um especialista. Na Unifisa, nossos especialistas podem ir até você ou atendê-lo por e-mail, telefone ou chat. Saiba mais em www.unifisa.com.br

Por AE Digital

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