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Se até pouco tempo apenas quem trabalhava no mercado financeiro tinha domínio sobre os impactos da Selic na economia, hoje as informações a respeito da taxa básica de juros estão mais disseminadas e qualquer pessoa que invista — o mínimo que seja — sabe que o patamar estipulado pelo Banco Central afeta (e muito) o nosso dia a dia.
Em janeiro de 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 15%.
Embora tenha sinalizado uma queda gradual a partir de março, a tendência é que o indicador permaneça nos dois dígitos ao longo do ano e, possivelmente, por um período prolongado.
Esse cenário exige atenção redobrada de quem planeja consumir, investir ou assumir compromissos financeiros de médio e longo prazo.
A lógica por trás dessa política é relativamente simples: juros altos ajudam a conter a inflação. Ao encarecer o crédito, o Banco Central desestimula empréstimos e financiamentos, reduzindo o consumo e, consequentemente, a pressão sobre os preços.
É uma ferramenta eficaz do ponto de vista macroeconômico, mas que cobra seu preço no bolso das famílias e das empresas.
Na prática, a Selic elevada impacta diretamente o custo do crédito.
Financiamentos imobiliários, de veículos e empréstimos pessoais ficam mais caros, com parcelas mais altas e prazos mais longos. Muitas vezes, o consumidor acaba pagando duas ou três vezes o valor original do bem ao longo do contrato.
Isso faz com que decisões importantes sejam adiadas ou até abandonadas.
A medida traz resultados: em agosto do ano passado, por exemplo, a demanda por crédito registrou queda de 10% no comparativo com o mesmo período do ano anterior.
Outro efeito colateral é a mudança de comportamento do consumidor. Com o crédito restrito, cresce a cautela: as pessoas pensam mais antes de assumir dívidas, priorizam reservas financeiras e passam a buscar alternativas que não estejam diretamente atreladas aos juros. Planejamento deixa de ser discurso e passa a ser necessidade.
É justamente nesse contexto que o consórcio ganha protagonismo. Diferente do financiamento tradicional, o consórcio não sofre impacto direto da Selic, já que não envolve cobrança de juros, mas sim uma taxa de administração diluída ao longo do prazo.
Isso permite ao consumidor se organizar, planejar a compra e fugir do efeito corrosivo dos juros elevados.
Em tempos de Selic em dois dígitos, optar pelo consórcio é uma decisão estratégica: menos custo financeiro, mais previsibilidade e a possibilidade de adquirir bens de alto valor — como imóveis, veículos ou serviços — de forma consciente e sustentável.
Quando o crédito fica caro, planejar bem deixa de ser uma virtude e passa a ser o melhor negócio.
Planejar bem é o primeiro passo para conquistar seus objetivos sem comprometer o orçamento — e a Unifisa está pronta para caminhar com você nessa jornada.
Com soluções em consórcio pensadas para diferentes perfis e metas, a Unifisa oferece segurança, transparência e condições que cabem no seu planejamento, mesmo em um cenário de juros elevados.
Se você quer comprar, investir ou realizar um projeto importante sem pagar juros abusivos, fale com a Unifisa.
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